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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Deus é bom! Mas isso todo mundo já sabe... O que você tem feito a esse respeito?


Apesar de muitos saberem disso essa é uma verdade tão pouco pregada e vivida. Saudades de ouvir uma pregação inspirada pelo Espírito Santo para a Noiva do Cordeiro. Não mais aqueles sermões prontos baixados via internet ou aquelas mensagens enlatadas que já foram pregadas em tantos e tantos lugares.

Os sermões começam com uma falsa bajulação (aparentemente) a Deus (trindade) e o corpo do mesmo não passa de clichês, frases de efeito e uma coreografia falada e sugerida pelo locutor. E quantas das vezes não nos cansamos de ouvir que “crente pentecostal tem que fazer barulho”, “sente dando glória a Deus”, “olhe para o seu irmão e...”.

Quando vamos além disso, somos envolvidos pelas melodias dos “hinos de adoração”. Todo um momento de sentimentalismo com o intento de demonstrar espiritualidade. Os cultos e hinos se tornaram uma busca desenfreada pela benção, com o envelope recheado (dinheiro) e orações gritadas e exageradas.

Saudade dos cultos em que se exortava! Saudades das palavras duras do pregador! Todos dizem que são homens de Deus, mas nenhum toma posicionamento como se assim fosse. Se afirmamos que somos homens e mulheres de Deus, até onde temos nos preocupado com o estado atual da Igreja e o que temos feito para mudar?

Confesso que eu mesmo pouco tenho feito e faço. Às vezes fico indignado com algumas coisas. Contudo, há aqueles que estão satisfeitos com a mornidão espiritual e nada fazem. Optam por não plantar nada e por criticar aqueles que ainda tentam fazer algo. Até onde Deus é amor em sua vida? Até onde temos demonstrado e vivido isso?

Todo mundo já sabe desse triste cristianismo que dizemos viver. A salvação não é por obras mas isso também não quer dizer que deveremos ficar de braços cruzados o tempo todo e todo o tempo. Se você nunca fez nada, faça! Ainda há tempo. Se está fazendo algo, faça mais um pouco! No máximo, se você morrer por amar as pessoas, na pior das hipóteses, poderá ensinar a mais alguém sobre isso.


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sexta-feira, 13 de maio de 2011

É sobre sexo? Eu não vou me calar.



Há alguns dias atrás eu participei de um seminário falando sobre sexo (pode ser também sexualidade). Abrangia desde a masturbação, sexo antes do casamento e santificação do nosso viver. No final foi-se selado tal pacto com uma aliança de prata. Até comentamos um pouco sobre esse seminário aqui no blog. Foi o Atitude 434, que tem por base a referência de I Tessalonicenses 4.3-4 que assim o diz: “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação; que vos abstenhais da prostituição; Que cada um de vós saiba possuir o seu vaso em santificação e honra;”

Em um dado momento, um dos palestrantes indagou algo que não concordei. Ele, um pastor, argumentou que não ensinaria sobre colocar camisinha nas genitais, pois afirmou que isso não ficaria legal e que jamais incentivaria a prática sexual. Porém me fiz uma pergunta: Se não for com “os da igreja” para aprender a maneira certa de se fazer ou deixar de fazer as coisas, com quem deveria aprender? Com o mundo?

Mas confesso que ainda tenho dificuldades de entender o porque da omissão quanto a fatores sexuais ou mesmo quando o tema é sexo. Obviamente existem idades e idades para se comentar a esse respeito. Entretanto, nas escolas hoje e mesmo na sociedade já se comenta e vê constantemente sobre sexo. Se conversarmos com nossos filhos e alunos e muni-los quanto a isso, a meu ver, essa sim seria a atitude mais plausível.

Obviamente não estou afirmando que uma criança com 5 anos já deva saber a esse respeito. Não obstante, garotos com a faixa etária de 10 a 12 anos já começam a ouvir por todos os lados a respeito da sexualidade, seja como incentivo ou repugnância. Não é a toa que a mídia televisiva, radiofônica e musical é altamente recheada dessa “criatividade”. Quantas e quantas dúvidas não permeiam a cabeça da juventude dentro das igrejas?

É sobre sexo? Eu não vou me calar. A nossa omissão pode significar a destruição de muitas vidas. O meu silêncio pode significar a morte de algum jovem por não conhecer sobre a verdade. E essa verdade não é somente dizer para não fazer! Até se fala muito com relação ao não fazer. Mas, e se for fazer? Não é necessário saber se colocar uma camisinha, algo sobre a pílula do dia seguinte ou um anticoncepcional? São conhecimentos que podem evitar gravidez indesejada.

Cuidar de alguém que perdeu a virgindade ou de alguém que vai ser pai ou mãe, qual é o mais fácil? Obviamente os dois precisam ser evitados, mas e se não forem? Nós como igreja esquecemos que esses casos ocorrem e, é bem preocupante, muitas vezes são jovens da mesma igreja ou grupo social religioso que participamos. E diante dessa realidade “brusca” do nosso cotidiano vejo somente uma solução. O que poderíamos fazer?

Continuar a ensinar pela maneira bíblica, incentivar a se manter virgem até o casamento e ensinar sobre o “e se?”. Não podemos manter nossos olhos fechados para isso. Nossos líderes, adolescentes, jovens e mais milhares de pessoas prostituíram seus relacionamentos por não terem sido ensinados sobre isso. E para não esquecer, existem aqueles que vão e não mais voltam, não tem mais capacidade e não enxergam a Luz que ilumina o túnel.

Aos formadores de opinião, não concordam? Esbocem aqui seus pensamentos que responderei assim que possível. Dessa forma, manteremos uma discussão saudável para enriquecimento de todos aqueles que estão próximos a nós e, quem sabe, as próximas gerações também.


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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Pra que sexo, dinheiro, poder e popularidade se eu tenho Deus?

Nossa vida gira em torno de que ou de quem? Sexo? Dinheiro? Poder? Popularidade? No mundo ou é muito normal buscar a satisfação desses desejos e, talvez, não seria exagero afirmar que TUDO gira em torno dessas coisas aqui citadas.
Porém, na Igreja funciona diferente. O Centro é outro. O Alvo é outro. Logo, Deus é MAIS que tudo isso junto, misturado e mais um pouco. Deus vai além porque tem tudo a seu alcance e nada lhe é difícil o suficiente para fazer; ninguém O pode impedir de realizar seus feitos; não há nada maior do que Ele e dentre outras infinidades de qualidades que Ele é.
A esse respeito John Piper expressa bem:
É melhor que dinheiro porque Deus é dono de todo dinheiro e ele é nosso Pai. “Tudo é de vocês,e vocês são de Cristo, e Cristo, de Deus.” (1 Coríntios 3.22,23)
É melhor que sexo. Jesus nunca teve relações sexuais, e foi o ser humano mais completo e perfeito que já existiu. Sexo é uma sombra, uma imagem, de uma realidade maior – de um relacionamento e de um prazer que farão o sexo parecer um bocejo.
A recompensa de Deus é melhor que poder. Não há poder humano maior que ser filho do Deus Todo-Poderoso. “Vocês não sabem que haveremos de julgar os anjos?” (1 Coríntios 6.3).
É melhor que popularidade. Fama é uma fantasia se você é conhecido somente por ninguéns humanos. Mas se seres maiores conhecem você, essa é uma popularidade de outro tipo. A maior popularidade é ser conhecido por Deus (1 Coríntios 8.3; Gálatas 4.9). E quando se trata de anjos: “Os anjos não são, todos eles, espíritos ministradores enviados para servir aqueles que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1.14).
A vida vai indo para frente. Se formos comparar Deus, em tudo, é melhor do que o mundo pode vir a oferecer, logo, o que Ele pode lhe dar é duradouro, eterno, de valor incomparável e imensurável. É melhor do que comercial de cerveja, logo, NÃO HÁ COMPARAÇÃO! Não há outro Deus além dEle e como Ele não há outro.
Para finalizar, uso novamente as palavras de Piper a esse respeito: "Você o tem? Acordaremos do transe deste mundo ilusório e veremos, creremos, nos alegraremos e amaremos? E sofreremos?"



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sábado, 7 de maio de 2011

O Deus que não pregaram... talvez você não O conheça



Durante alguns dias tenho aprendido muitas coisas a respeito do nosso Deus. E muitas das quais passam despercebidas por nossos cultos e pela monotonia dos nossos dias, seja pela frivolidade do nosso ser ou mesmo pela nossa falta de aptidão para enxergar Aquele que está tão perto. Logo, falamos tanto em salvação, prosperidade, agir do Espírito Santo e vemos tão pouca crença no sobrenatural divino ou mesmo a confiabilidade em Seu Poder.

Acreditamos e falamos tanto em Deus mas não vemos suas obras de uma maneira palpável em nossas vidas. Conhecer a Deus vai mais além. Já falei a algum tempo atrás sobre a inexistência de Deus e por alguns momentos vivemos como se de fato Ele não existisse ou fizesse parte de nossas vidas. E hoje pude aprender mais uma lição quanto a isso.

Em uma conversa informal com um pastor no qual me contava algumas experiências de sua vida, uma de suas histórias me chamou mais atenção. Contava das grandes coisas que o Eterno tem feito através dele mas teve uma ocasião na qual não pode fazer nada. E a história é mais ou menos assim:

Com sua filha de 6 anos em seus braços enquanto ela desfalecia, morrendo aos poucos, ele pensou em orar a Deus pela cura dela usando de argumento exatamente algumas das inúmeras ocasiões em que Ele tinha agido por seu intermédio. Porém, para sua surpresa, em Sua Onisciência o Eterno diz para não orar pela sua filha, pois a mesma já que Ele a tomaria para Si. Meio relutante, o pastor aceitou o que Deus disse, mas afirmou que iria querer algo "em troca". Já que Deus estava levando algo extremamente especial de sua vida, ele também iria querer algo para "compensar" isso.

Sei que os termos "em troca" e "compensar" soaram de maneira bem estranha, mas foram as palavras usadas pelo mesmo, MAS não com esse sentido libidinoso pregado nos dias hodiernos. O que me chamou a atenção nessa história? Esse pastor comete vários erros de português enquanto prega, troca o "l" pelo "r" constantemente e mais algumas outras coisas. Só que não é esse o ponto fundamental do texto!

O que mais me marcou é que nessa maneira tão simplória de ser Deus o tem usado de maneira tremenda e sobrenatural com curas, milagres e maravilhas. E uma observação precisa ser feita: isso não ocorre somente dentro da igreja, ocorre principalmente fora dela! Já pensou nisso?

Esquecemos de pregar que o nosso Deus "vive" fora das "i"grejas (templos). Esquecemos de pregar. Esquecemos. Você conhece esse Senhor que trabalha após você?! Que faz o impossível se tornar possível e o irreal transformar-se em real?! Temos por costume nos esquecer dos seus sinais e nos ater aquelas palavras vãs que são jogadas púlpito abaixo.

Portanto, creio que o que Deus quer além de nos ensinar sobre quem Ele é, sim, nos mostrar quem Ele é. E isso está disponível a cada cristão sobre essa terra, sobre você que lê esse texto agora. Santifique-se e passe a experimentar mais de Deus enquanto Ele te usa para cumprir o seu IDE e deixe, permita que o sobrenatural se torne natural em sua vida e que os sinais que Ele prometeu que te acompanhariam realmente acompanhem você por onde andares.

Texto escrito juntamente com um grande amigo Júnior Guerreiro

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quinta-feira, 21 de abril de 2011

Fale de Cristo até ficar sem fôlego



Quero pregar até que não tenha mais fôlego. Nada me incomoda mais do que a ideia de me ‘aposentar’. – Charles Swindoll

Se já não bastasse a ideia de termos maus expositores da Palavra, ainda temos aqueles que já olham essa parte de ministrar, pregar, expor a Palavra de Deus como uma profissão, sem dar o seu devido valor e importância. Sem consagração, sem pagar o seu devido preço.

Swindoll quando perguntado sobre quais conselhos ele daria para os jovens pregadores, ele fala de forma enfática:

Gostaria que eles dissessem, ‘quero levar a sério minha tarefa de pregar a Bíblia. Não vou ficar enrolando o povo, fazendo da entrega da mensagem uma mera oportunidade de entretenimento. Quero apresentar a elas a Palavra, fazer com que tenham interesse por sua mensagem. Quero caminhar pelos livros da Bíblia, apresentando o que é importante, e fazendo disso minha grande tarefa. Quero ser conhecido, em vinte anos, como um expositor. Quero ser capaz de pegar as Escrituras e mostrar às pessoas como elas são relevantes. Quero começar a expor Romanos 1.1, e quando chegar ao final do capítulo 16, quero que as pessoas pensem, ‘como eu pude passar metade da minha vida sem conhecer essa mensagem?
Se eu, em algum momento, tivesse escrito um livro sobre pregação, ele conteria três palavras: pregue a Palavra. Livre-se de todas as coisas que lhe prendem e impedem de expor o evangelho com pureza; pregue a Palavra. 2 Timóteo 4.2 diz ‘pregue a Palavra a tempo e fora de tempo’.
Um de meus mentores, Ray Stedmen, costumava dizer, ‘nunca tire o dedo do texto, a despeito de você estar expondo-o ou aplicando-o. Faça com que os olhos das pessoas estejam fixos nele, e fale acerca de Jesus’. É simples assim.

Que comece em mim esse amor para se pregar o Evangelho. Nada de enrolações e palavras fajutas e de pouco proveito. Para você que acha que esse compromisso deveria ficar somente com os “pregadores”, saiba que isso é um dever pétreo de todo cristão, independente de sexo, idade e classe social.

Estaria à juventude doente pela ausência de pregadores sérios, de pessoas que realmente levam o Evangelho a essa como estilo de vida? Perguntamo-nos as maneiras de impactar esta geração e esquecemos de pregar e viver a Cristo. Não o pregar novamente na cruz, mais pregá-lo com a devida importância que tem e não somente para fazer o público sorrir dentro dos templos. Nada de personagens, somente o verdadeiro Jesus.


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segunda-feira, 28 de março de 2011

No final, tudo se resume a santidade



Pensando um pouco sobre as atrocidades que tem sido cometidas dentro das “i”grejas e templos sociais burocráticos, feitas por homens falhos, semelhantes a mim, mais que abusam da boa vontade dos demais. Ovelhas despercebidas, desorientadas que procuram os melhores “pastos” a seus olhos, a semelhança de Ló, para depois correrem com medo e desesperados com questionamentos aos motivos das coisas que ocorrem em suas vidas.

Ao pensar se Deus se fazia presente nos cultos e sobre nosso comprometimento, me deparei com essas palavras de Eugene Peterson:

Não somente o templo profanado estava a ponto de estourar de santidade, mas a terra profanada estava cheia de glória. Essa é a realidade em que vivemos: santo, santo, santo; glória, glória, glória. Não importa o que Uzias faça a igreja, não importa o que os assírios façam ao mundo, há santidade na igreja e glória na terra. Santidade no deserto de Midiã; santidade na penitenciária de Patmos, santidade no templo contaminado pela lepra. E, nunca esqueça disso, santidade em todas as nossas igrejas corrompidas do nosso país e do mundo; santidade em cada cidade, Estado e província moral e fisicamente poluída de nosso país ou de outra parte do mundo. Santidade, porque Deus ainda está presente com salvação e criação. Precisamos romper o hábito ignorante e infiel de deixar que os jornalistas do nosso tempo nos informem o que está acontecendo. Ao menos precisamos dispensar a mesma atenção

No final, tudo se resume a santidade. Não nossa, mais a d’Ele. Ele é Santo, Ele é amor. E isso é o suficiente.



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quarta-feira, 16 de março de 2011

Ei devedor... a graça!



Ei devedor, ei devedor! Lembra das suas contas? As quantias enormes? Como vais pagar?

As notas promissórias estão aqui aguardando alguém para liquidar. Suas costas não tem mais nenhuma condição de pagar a dívida.

Não tens condição!

Não tens dinheiro!

E agora? O que vais fazer? Até quando tentarás enrolar com isso? Não há nada que você possa fazer! A dívida precisa ser paga e de onde irás tirar toda essa quantia? O seu sangue não é suficiente, o seu trabalho não é suficiente, a sua vida não é suficiente!

E agora? E agora? E agora?

Ei cobrador, e agora?

A quantia foi paga, a dívida eliminada, as notas foram rasgadas e cravadas em uma cruz. O véu do templo se rasgou, a morte foi vencida e não há mais nenhuma condenação contra ti. Não existe mais cobrador, não existe mais acusador. O Advogado já resolveu tudo. A Luz que faltava iluminou o caminho para lhe conduzir a vida eterna.

Se a dívida era grande ou pequena, ou a situação crítica ou caótica, possível ou impossível, isso não importa. A quantia foi paga, quer você aceite ou não, entenda ou não.

A graça vai além das dívidas e da iniquidade. Aceite isso.


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segunda-feira, 14 de março de 2011

Amor por outrem? II



Pensando mais um pouco sobre o amor, sobre o que deveriam ser as “obrigações” de quem ama, sobre o porquê amar e se caberia à igreja alguma demonstração de algo desse tipo. Analisando sermões e pregadores, as palavras são todas (ou pelo menos em sua grande maioria) para o interior das pessoas, para massagear o ego dos pastores e líderes.

E ao analisar isso uma forte indagação invade a minha mente. Estaria a igreja doente? Se estiver doente, seria por causa desses sermões triunfalistas exposições humorísticas? Que há problemas em todos os lugares e com todas as pessoas, isso é notório. Mais pregações voltadas aos ventres humanos e as próprias “necessidades”, poderia uma igreja assim pensar em missões ou fator social?

Quem pregará sobre o sofrimento de ser perseguido por Cristo? Quem pregará sobre a necessidade do cristão padecer e sofrer por causa do amor por Jesus? Além de ser status ser cris“tão”e das simulações dessas teologias errôneas manifestando aos ouvintes falsas sensações cristãs, alicerçadas a arrepios e emocionalismo como se Deus fosse agir por meio disso.

Não sei se você já pensou a respeito disso alguma vez, mas, será que Paulo, João, Pedro, Apolo ou mesmo Estevão pregariam essas coisas sabendo que o tempo se finda e o evangelho precisa ser anunciado?

E onde está o amor nessa história toda? Me pergunto o mesmo. Como eu digo que amo o meu próximo e só me preocupo com o meu ser e o meu bem-estar? O importante é o inchaço espiritual e o crescimento em número para demonstrar assim alguma possibilidade de crescimento. Futilidade.

Não tenho por costume apontar os erros como se fosse total entendedor das coisas que acontecem ao redor ou mesmo como se não fizesse parte da escória social. Que comece de mim. E você, vai ficar de braços cruzados até quando?



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quarta-feira, 9 de março de 2011

A graça me alcançou também



Imagine alguém que peca. Pode ser você ou pode ser eu, simples assim. Não precisa ser um super herói(na), um mega homem (mulher) de Deus, nem um profeta(tisa) ou qualquer outro cargo/função que lhe venha em mente. Independente disso, todos somos carecedores da mesma Graça.

Paulo cita um exemplo brilhante e remodelaremos tal citação mais sem perder o sentido e teor por ele exclamado.

Há um cachorro. E a sua frente existe uma variedade de comidas, um enorme banquete. Há também próximo a ele uma mesa isolada com nenhuma guloseima, mais tem suas refeições favoritas, nada muito exótico. Fome ele tem! Sede também! Desejo então, nem se fala! Ir ou não ir comer dessa quantidade de comida? Deve ou não? O que se deveria comer? Comer de tudo ou não comer de nada?

O cachorro come de tudo, da mesa farta até a mesa mais simples. Nenhum resquício de fome. Saciado por completo. Mas, não muito satisfeito, ele come mais um pouco. E depois mais um pouco até ficar empanturrado de comida.

Resultado? Ele vomita. Vomita tudo. E, não satisfeito, volta a comer do seu próprio vômito. Não satisfeito ainda, ele rola e se lambuza em cima do que não conseguiu comer novamente. Patas, rabo, cabeça, totalmente sujo, encharcado de vômito, tanto por dentro como por fora.
Conhece algum cachorro como esse? Seria eu? Seria você?

Agora, imagine o dono do cachorro pegando o mesmo todo ensopado e do jeito que estava. Não contente com o que viu e sem se importar com o que o cachorro fez, desde a sujeira até mesmo ao que comeu, o Dono envolve o animal com seu carinho e afeição e lhe dá um banho, tirando sujeira por sujeira e restos de comida. Ele foi envolto na água e foi lavado!

Agora o cachorro está como novo. Sem manchas, sem sujeira, sem fedor. Nenhum odor sai de sua boca. Os cachorros da vizinhança já não o conheceram pelo seu novo visual e estilo de vida.
É mais ou menos dessa forma que acontece conosco. Somos pegos em nossa multidão de pecado e mesmo sem merecer Ele nos envolve com seu amor e nos purifica de TUDO! Isso mesmo, de TUDO! Não interessa o que você fez, o Amor d’Ele lhe alcançou e isso é o suficiente.

Quando Ele decidiu lhe perdoar, Ele não olhou para o seu pecado, Ele olhou para você. Aceite isso! Não é pelo que você é, mais sim pelo que Ele é. Paul Washer fala sobre um dos maiores milagres e atos de fé que um ser humano pode vir a conhecer e concordo com suas palavras. Finalizo esse texto com elas:

"Então me perguntam: "E qual é o maior ato de fé?" Para mim é olhar no espelho da palavra de Deus e ver todas as minhas falhas, todos os meus pecados, todas as minhas deficiências e acreditar que Deus me ama exatamente como Ele diz que me ama"


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domingo, 6 de março de 2011

E se as máscaras caíssem?



Para você que vai ler o texto, já deve saber a funcionalidade de uma máscara. Ela serve principalmente para disfarce, esconder uma identidade, transfiguração ou mesmo para se participar de rituais, desde cultos a uma grande variedade de atividades.

Porém, cabe destacar um fator muito interessante. Às vezes a máscara deixa de ser um mero adereço e passa a se tornar um símbolo de caráter enganoso. Algum exemplo? Vemos isso nas histórias em quadrinhos onde a máscara não esconde somente a identidade, mas transforma a vida de quem a possui. Outro exemplo? As pessoas que vão a igreja parecendo ser o que não são.

Parece uma história comum? Com quantas máscaras temos andado? Quais são os nossos podres e o que temos escondido ou tentado esconder de Deus? Não venho aqui como um juiz, mais sim como mais um ator carecedor da misericórdia do Altíssimo, que adentra a igreja e clama pela misericórdia d’Ele e chora para ser alcançado pela Sua Graça e não ser consumido pela Sua Ira e Poder.

O que acontece é que confundimos o Deus de Amor e Liberdade com um “deus de molecagem e a toa”. Agimos como se, de alguma maneira, fosse possível fazer algo ficar invisível aos seus olhos! Imagine se no meio de sua rotina religiosa dentro do templo suas máscaras, maquiagem e disfarce caíssem e todos ficassem sabendo quem realmente és?

Deus no dia do julgamento, todos os homens (de forma geral) estarão diante d’Ele para ser julgados. E lá não haverá argumento, contestação ou qualquer meio de prova para rebater diante do que for levantado ao nosso respeito.

Ele vê o que fazemos em secreto. Agora imagine se Ele fosse retribuir de acordo com as suas obras em segredo? Você tem coragem de confessar o que fazes? O Senhor é Real e Verdadeiro. Seja sincero consigo e com seu Pai. Nossa vida é bem mais do que um conto de mentiras mal contadas e uma história mal escrita. Seja uma das maneiras de revelação do Amor do Criador para com a criação.

Pense nisso... Aprenda isso... Sejamos sinceros... Pelo menos mais uma vez.

OBS: Obrigado a minha amiga Lays pela sugestão da foto e montagem.
OBS²: Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Negue a Cristo e siga-me




Essa tem sido a nova base do e“van”gelho pregado. Passa-se em vários pontos (“i”grejas) e vão pegando pessoas e mais pessoas. Algumas seguindo por estarem perdidas, outras por não saberem para onde vão e outras por não saberem de nada. É o evangelho da superlotação.

Pessoas não servem para pensar. Pessoas não servem para professarem uma fé. Pessoas não servem para seguir a Cristo. Pessoas, pessoas, pessoas...

Elas servem simplesmente para lotar templos. Servem para buscarem as ilusões pregadas pelos charlatões da “fé”. Servem para volume, marketing e divulgação em massa. Não passam de meros corpos ambulantes que se envolvem em dissimulações de ideias e ideais que descem dos palcos cristãos sujando o que deveria ser um aprisco limpo e com ovelhas saudáveis.

Está tudo invertido. No Evangelho de Cristo é o pastor que dá a vida pelas suas ovelhas; nesse e“van”gelho são as ovelhas que dão a vida pelo seu “pastor”. Ninguém pode tocar no pastor e o mesmo não faz nada pelo seu aprisco e quando o faz, age semelhante aos fariseus, com cornetas e alabardes anunciando as suas obras. Quanto às ovelhas ficam a “Deus dará”, de qualquer maneira. Lembras da parábolas da “Centésima ovelha”? Nesse caso, serve somente para aumentar a contagem e não como quesito de importância por uma vida.

A van vai passando pelas ruas e pegando mais e mais pessoas. Vai seguir a bordo? Enquanto me restar forças, estarei andando na contramão desse sistema corrupto e fraudulento. Aos que optam pela inércia, meus lamentos. Aos que optam pela ação e reação e ainda têm coragem de pregar o Evangelho, vamos em frente porque o trabalho é árduo.

Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Convite - Culto dia 26/02/2011


Venham nos prestigiar... Caso eu consiga o audio, estarei divulgando. Tudo indica que deverá ser transmitido ao vivo pela Rádio on line.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Se um cometa caísse...



Se um cometa caísse sobre seu quarto enquanto dorme, o que poderia acontecer com você? Será que sobraria alguma coisa? Algo para “contar história”?

Assim acontece quando somos alcançados pelo Amor do Pai. Não importa o que você fez, o qual grande foi seu erro ou o quanto suas vestes estão sujas. O Amor d’Ele cobre tudo. Se você foi usado ou se usaram você, fizeram de você “gato e sapato”, ainda assim esse Amor lhe alcança.

Não sei o quanto pensam sobre a Graça. Mais é impossível ser alcançado por ela e continuar o mesmo. E quantas não são as vezes que paramos para pensar que somos mais ou menos merecedores pelo que fazemos ou deixamos de fazer para com relação a Deus? Com se de alguma forma o Senhor precisasse das obras de nossas mãos, mas o seu Amor vai bem além disso tudo, de toda essa asneira que são os nossos atos, as vezes justos e bonitos aos nossos olhos, mais não há nada que o pecado possa fazer para agradar a Deus. Ele simplesmente olhou do céu e optou por amar-nos.

Amor, amor, amor... Graça, graça, graça... é irresistível, é inexplicável! Esse amor é como o Sol, brilha sobre justos e injustos, e queira você ou não, ele vai continuar a brilhar, Ele vai continuar a te amar. Não relute quando tamanho DOM, tamanha esperança como a Salvação não vem de você ou de suas obras, mais sim diretamente de Deus. Isso sim é um presente.

Esqueça o você fez. Você só precisa lembrar do que Ele fez! Simples assim. A graça é simples de ser entendida, só é complexa para ser aceitada. Se você for humano como eu, terá ainda alguns sérios problemas em aceitar tamanha dádiva.


Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

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