Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexão. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Estamos sempre aprendendo...


Estamos sempre aprendendo. Aprendendo que a vida é curta e por mais longe que andemos, no geral, teremos andado pouco. Aprendendo que a despedida choca mais que a chegada. Aprendendo que as lágrimas ensinam bem mais que tenros sorrisos.

Alguns insistem em afirmar que a vida nos prega algumas peças. Mas veja por outro ângulo. Imagine a vida como uma grandiosa peça. Entre atores, produtores, telespectadores e demais participantes desse show, no fim das contas, o importante é que essa apresentação se realize.

Porém, com o decorrer do tempo de apresentação alguns ícones importantes vão precisando fazer parte de outros espetáculos que acontecem mundo a fora. E é bem sabido que o desejo que aflora em cada um é para que o elenco jamais se desfaça.

Quem entra, mesmo que não seja para substituir, sempre tentará manter o espetáculo em alto nível. Seja como ator principal ou como contra regra, cada um sabe que possui a sua devida importância.
Estrelas grandiosas abrem espaço para que as menores também possam brilhar. E hoje aprendi sobre essa lição mais um pouco.

Adjetivos que antecedessem a palavra avó não seriam suficientes. Talvez mãe ao quadrado pudesse especular na imaginação algo relativo a esse tamanho.

Lembranças são sinais de que ainda somos vivos. Sejam elas boas ou ruins, elas demonstram quem somos – não o que veem em nós, mas o que somos realmente, sem máscaras, sem sentido dúbio. 

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Me perdoa? Pois ainda não paguei a dívida


Me desculpe, mas preciso confessar que estou lhe devendo. E digo de passagem, devendo muito, pois, não tenho feito praticamente nada para mudar tal situação. E não falo como se você pudesse me oferecer algo em troca pela minha dívida, mas digo que esta é minha obrigação para com você.

Já que por tantas vezes negligenciamos um mandamento, uma lei ou faculdade. A dívida de fato aumenta e sempre nos lembramos dos juros e correção monetária ou mesmo de alguma maneira de fraudar a legislação demandada.

Se você também estiver me devendo eu não lhe cobrarei. Só o faço, ou o tento fazer, pois ainda estou devendo e confesso que o meu ser, por muitas vezes, opta por alguns atalhos ou alguma outra forma de expressão para tal sentimento, porém, sem muito sucesso para este feito.

Opto pela sinceridade. E você? Essa é a minha dívida:

A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Romanos 13.8


Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

domingo, 8 de maio de 2011

Nem sempre sou o que pensam



Algumas pessoas falam conosco como se fossem fãs. “Uau, deve ser muito legal ser inteligente!”. Às vezes tenho medo de frustrar essas pessoas. Tem um carinho enorme, um cuidado para conosco. Sou grato a Deus por ter muitos assim ao meu redor. Mas não me tenha por ignorante, não é muito legal ser desse jeito.

Logo, é necessário tirar tempos e tempos a fio, lendo e relendo, procurando e insistindo, forçando a compreensão. De fato, eu gosto de ler. Tem horas que aquelas letras, formando um conjunto de palavras, de textos, faltam saltar do papel em busca de vida. Elas são uma excelente companhia. Outro fato é que nem sempre estou disposto para elas.

Os olhos cansam, lacrimejam, o cansaço corrói o corpo, a preguiça a alma. Há quem pense que devemos procurar respostas em tudo que gira em torno de uma fé cristã esquecendo-se do velho detalhe do que chamamos de vida. Lêem somente o que traz prazer. Talvez seja por isso que a Bíblia seja tão pouco lida. Ainda não encontraram o prazer que emana de suas páginas.

Importante salientar que quando fazem referência a inteligência que pareço ter, acredito que não se remetem a minha pessoa. Somente sou um perseguidor de palavras, da Palavra que viaja pelos Livros dessa vida.

sábado, 12 de março de 2011

Pense nisso II...



Até onde amamos nossos irmãos e semelhantes? Amamos somente aqueles que são da nossa mesma igreja ou denominação ou conseguimos ir mais além? Não além no julgamento e preconceitos formados mais em amor mesmo, ou em caridade, já que aquela expressão já está sendo tão depreciada.

Philip Yancey faz um comentário interessante afirmando que a igreja também transmite desgraça mediante de sua falta de união. Mark Twain costumava dizer que havia colocado um cachorro e um gato juntos em uma gaiola como uma experiência para ver como eles conviveriam. Eles conviveram, então ele colocou um pássaro, um porco, uma cabra. Eles também se deram bem depois de alguns poucos ajustes. Então ele colocou um batista, um presbiteriano e um católico; logo não sobrou nenhum com vida.

O moderno intelectual judeu Anthony Hecht8 escreve, mais seriamente:

Através dos anos, não somente a conheci melhor (a minha fé) como também tornei-me cada vez mais familiarizado com as convicções dos meus vizinhos cristãos. Muitos deles eram gente boa que eu admirava, e com os quais eu mesmo aprendi coisas boas. E havia muita coisa na doutrina cristã que também me parecia agradável. Mas poucas coisas me atingiram com mais força do que a profunda e incompreensível hostilidade entre católicos e protestantes.

Sejamos exemplo em tudo, nas boas condutas como fala Paulo para Timóteo. Falamos tanto sobre a falta de carinho e afetividade nos meios sociais e cristãos e muitas vezes somos os primeiros a agir dessa maneira. Que comece de mim. Que comece de você.



Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

sexta-feira, 4 de março de 2011

Até onde vamos?



Tecemos críticas sobre quase tudo... ou sobre tudo. Vemos os erros de todos, desde os nossos amigos, dos nossos irmãos até as pessoas mais distantes. Temos por costume nos colocar acima da “humanidade” e esquecemos o que deveria ser humildade.

Esquecemos as idades, os tempos e as eras. O ser humano quer enquadrar a tudo e a todos em suas filosofias e estilo de vida. E você pode ser perguntar, mais onde está Deus nessa história. Para alguns, Deus está em todos os lugares. Para outros, em lugar nenhum. Para outra parte, escondido nos céus e incapaz de agir “contra” a sua criação. E para um restante, tanto faz, “desde que Ele me dê o que eu quero!”

Filosofias e sociologias, planos de marketing e investimentos altíssimos. Investir na c“asa” de d“eu”s é mais seguro do que a bolsa de valores, pois sempre da retorno certo e com alta porcentagem de lucro. E vidas e vidas e vidas sendo indo ao inferno. Quantos não são os que estão dentro da própria igreja, com “certeza de salvação” porque fez uma oração uma vez na vida e anda a semelhança do mundo (não falo de doutrina, vestes e semelhantes, mais sim em atos e atitudes) e sentem-se juízes?

Quantos já não chegaram a igreja querendo ouvir Deus falar, todo despedaçado em seu interior, e ao adentrar no templo, tem que ouvir um sermão positivista de autoajuda motivacional? E uns ainda berram, esbravejam e afirmam cheios de convicção: “Isso é a Palavra de Deus!”

Estamos trocando o principal por pratos de lentilhas! A igreja superlotou de Esaú(s) que só observam o momento e o que podem lucrar. Não venha me dizer que isso é evangelho. Esse evangelho que você diz conhecer é baseado em superstições, visões (ilusões) e emocionalismo, onde se resume o agir de Deus a arrepios que se sente percorrer o corpo.Para mim, isso é uma calúnia contra Deus.

Você quer realmente dar uma grande oferta ao Senhor? Dê a sua vida! Abra mão de si mesmo! Nada de músicas “entra na minha casa” mais sim atitudes dignas de um cristão. Não sabe que tipo de atitude seria essa? “Negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me...” assim falou o Emanuel.

As pessoas procuram se espelham e esperam as falhas dos homens para refutar suas ideologias. Para depois que tudo cair, afirmam: “EU estava certo!” Mania de grandeza... Ainda tenho dificuldades de aceitar as bonanças dos meus amigos, quanto mais as de Deus, como o acordar e o pensar para escrever um texto. Coisas simples que me fazem lembrar de que em tudo sou dependente d’Ele. 


Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pense nisso...



São tantos pecados, tantas iniquidades, tantos erros. As vestes nem são brancas. Claras? Que nada, mais escuras que a escarlate e mais negras que carvões. As perguntas que permeiam a mente deixam incógnitas que nos perseguem durante todo o dia. A voz da consciência que nunca cala, o espírito que nunca cessa e a hora que não passa.

“Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz as igrejas”... diz a quem mesmo? A igreja. A “i”greja? Não, há igreja! Ok, pensei que fosse a Igreja. Mais não é, é a igreja.

Não entendi. Pensei que fosse só uma igreja. As coisas mudam muito.

Mais no domingo a noite, nós vamos a “i”greja? Não, é para nós irmos à igreja. Mais a “i”greja não é igual à igreja? Fazem as mesmas coisas, mesmas obras, sem frutos do espírito? Não! A igreja que nós vamos é diferente! Eu tenho a impressão que já ouvi falar isso em algum lugar.

Mais ao chegar ao local... tudo o de sempre... as mesmas pessoas, as mesmas conversas, os mesmos interesses, a mesma monotonia, a mesma mesma, a mesma tudo...

O homem gosta sempre de se superar, buscando sempre o impossível, novos rumos e novas conquistas. Uma das maiores propostas do homem cris“tão” do presente século vai ser enquadrar Deus em suas filosofias, doutrinas e métodos de convencimento em massa. Alguns conseguiram pintar “deus” e colocar no quadro. Talvez o desejo supra seja enquadrar Deus na “i”greja.

Se com o diálogo informal lá em cima você ficou confuso, imagina para as pessoas que procuram a Igreja com esperança e por acreditarem em um Deus real, e, ao chegarem, se deparam com “i”greja e com  d“eu”s. Parece soar de maneira antagônica, mais você já parou para pensar que pessoas morrem dentro da igreja esperando por socorro?

Pense nisso...



Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Lembranças de um aniversário



Quando estamos em data de berço (aniversário) ficamos a analisar e pensar um pouco nos quantidade gigantesca de momentos que já passamos, no que fizemos, nas amizades que se foram com o tempo, no crescimento físico, intelectual e espiritual.

O tempo passa. E como passa. Realmente quando olhamos para trás, algumas coisas são inexplicáveis. Logo, a complexidade do que não vemos dá toda uma beleza para o mundo externo, e algumas vezes, para o interno também. Essa realidade da vida começa a se passar como um filme longa metragem que vem mostrar às oportunidades perdidas, as palavras mal faladas, a agonia do fracasso e, indubitavelmente, a alegria do primeiro beijo, conclusão do ensino médio, faculdade e formatura. Somos um mix de momentos que cruzam a linha tênue da loucura por inúmeras vezes.

Todos são momentos que nos permitem afirmar que somos gente(?) e, aparentemente, humanos. E isso ocorre principalmente pelo fator LEMBRANÇA (recordação). Talvez muitos não recordem de muitas coisas que viram.

O motivo desse texto hoje é para falar de Algo que não foi visto. Quem sabe, sentido, como uma Presença estranha de correr o “frio na espinha” como também um leve afago no rosto; e há quem afirme que exista um beijo, um abraço ou outra maneira de expressão de carinho. Outra maneira é ser considerado como aquela Força extra em meio a uma grande batalha, lutas extravagantes que às vezes nos custam a vida, já que na maioria das vezes não olhamos para a Vida como deveríamos olhar.

A Vida é isso. Mais do que palavras e experiências, conquistas e derrotas; mais do que o “sexto sentido”; mais do que os amigos e família; mais do que brincadeiras. Essa Vida traz vida onde havia morte e é bem mais do que uma simplória luz no final do túnel já que nem sempre temos a possibilidade de chegar ao fim do mesmo, pois corremos um grande risco de sermos arrebatados no meio da viagem. Tudo depende do seu Companheiro de viagem.

As lembranças permeiam nossa mente até que nos encham os olhos de lágrimas, pois sentimos uma leve saudade (às vezes grande) do nosso pretérito (mais que) perfeito. Uma data comemorativa para se lembrar que só foi possível chegar a tal dia pela infinita Graça e Misericórdia do Autor da história. Nada de merecimento. Simplesmente complementado por Deus e levemente pelos amigos. Assim nos tornamos o que somos hoje.

Passam-se os dias, as horas e alguns frívolos momentos. Na presença de um Amigo e em conjunto com outros amigos. Aos poucos vamos permitindo tornar a vida em uma Vida de verdade. Como brinco com os amigos, dorme-se um dia mais novo e quando se levanta, acorda-se um ano mais velho.

Na vida, perdemos dias; na Vida, ganhamos dias. Às vezes, isso depende de uma decisão sua. A Graça da Vida pode nos alcançar até quando estivermos escondidos debaixo da nossa cama com medo do escuro. A Luz está sempre acesa. Só basta deixarmos as lembranças escusas embrulhadas com o lençol e lembrar que existe um bom Motivo para se seguir em frente.

E assim foi-se mais um ano de vida. Os escombros da vida pelo suporte de uma nova Vida.

Postado anteriormente em IDE (iconoclastasdoevangelho)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...